Languiru integra projeto do Governo do Estado que trata de governança cooperativa

A convite do Governo do Estado, a Cooperativa Languiru, de Teutônia, participou de reunião com o secretário estadual da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, para tratar de alternativas de apoio às cooperativas gaúchas, que nos seus diferentes setores alcançaram faturamento de cerca de R$ 30 bilhões em 2012, crescimento de 8,38% no último período, enquanto que a economia do Estado retrocedeu em 1,8%.

O encontro com o secretário estadual, realizado no início do mês de julho, contou com a participação do presidente da Languiru, Dirceu Bayer; do presidente da Cotrijal, de Não-Me-Toque, Nei César Mânica; do diretor de Planejamento, Programas e Captação de Recursos da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Ivan de Pellegrin, representando o titular da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik; e do coordenador do grupo de governança, na oportunidade representando a Fecoagro e a Ocergs, Paulo Pires.

“A Languiru foi convidada a participar do encontro com a Secretaria da Agricultura como reconhecimento ao seu modelo de produção e gestão, com bons índices de crescimento ao longo dos últimos anos, tendo a possibilidade de contribuir significativamente com as atividades propostas pelo grupo. A cooperativa sente-se honrada em poder participar”, avalia Bayer.

O grupo, que conta com o apoio do Sistema Ocergs e Fecoagro, volta a se reunir no próximo dia 12 de julho, na Cotriel, em Espumoso. Em pauta questões pertinentes ao desenvolvimento e reestruturação do cooperativismo gaúcho, como melhorias na logística e a possibilidade de disponibilização de infraestrutura de armazenagem de grãos no Rio Grande do Sul, além da composição de uma central de compras, rede de varejo para benefício das cooperativas, funcionando também como vitrine para divulgação de marcas.

“A equipe que está dando andamento ao projeto do Governo do Estado olha atentamente para o agronegócio no Rio Grande do Sul, principalmente questões da cadeia produtiva de leite, suínos e aves, além de incentivos para o cultivo do milho e assuntos pertinentes à logística e facilidade de acesso dos produtores”, conclui Bayer.

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