Vagão americano embalará turismo regional

Estrela é um dos municípios engajados em trazer a ferrovia turística para aproveitar os seus trilhos de trem. A luta é antiga. Agora, o projeto entra nos eixos com a união de entidades privadas que investem fortemente no setor.

Vagão moderno, com decoração especial, a Litorina é um trem mecanizado que foi importado, mas atualizado para oferecer conforto aos turistas. O projeto reúne cidades locais que querem impulsionar o processo. O objetivo é também revitalizar o setor ferroviário e mostrar as belezas naturais.

Empresários da operadora ferroviária Serra Verde visitaram a região na última semana. Durante dois dias permaneceram com técnicos e analisaram pontos de passagem da Litorina.

Entre o desafio do trecho de 63 quilômetros de Estrela a Guaporé está as curvas e os carris. “Precisamos melhorar os trilhos entre Colinas e Estrela”, afirma a turismóloga da Secretaria de Cultura e Turismo de Estrela, Ângela Simone de Castro.

A ferrovia será coordenada pela Serra Verde Express de Curitiba e deverá receber o diagnóstico da América Latina Logísticas (ALL), que analisará a viabilidade dos trilhos existentes em Estrela. A ALL, quer saber o estado em que eles se encontram para garantir a segurança dos passageiros.

“Esperamos que em um ano o vagão mecanizado esteja circulando, passeando por áreas rurais, túneis e exibindo belezas privilegiadas.”, enfatiza Ângela.

Quilômetro

De Estrela a Colinas a ferrovia conta com 13 quilômetros de trilhos. Trajetos que precisa ser reparado, mas não compromete o projeto turístico, informa a turismóloga. “Adequar a qualidade da ferrovia é importante. Assim conseguiremos impulsionar o Vale do Taquari no cenário turístico nacional”, salienta Ângela.

O que é Litorina

Litorina é um vagão mais moderno do que o Maria Fumaça. Oferece conforto aos usuários. É um vagão mecanizado e sua viagem começará próximo ao Porto de Estrela e findará em Guaporé. O passeio promete encantar os visitantes. A Serra Verde é a operadora do projeto e realiza um trabalho turístico no Espírito Santo, no Mato Grosso do Sul e no Paraná. São cerca de seis horas de passeio no caso de ida e volta.

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