Sinduscom-VT doa R$ 10 mil para obras do presídio feminino e albergue de Lajeado

Preocupado com a segurança pública e sensibilizado com a causa, o Sindicato das Indústrias da Construção Civil, Mobiliário, Marcenarias, Olarias e Cerâmicas para a Construção, Artefatos e Produtos de Cimento e Concreto Pré-Misturado do Vale do Taquari (Sinduscom-VT) dá sua importante contribuição para as obras do presídio feminino e albergue de Lajeado.

A entidade doou R$ 10 mil para a construção. O cheque foi entregue na noite da terça-feira, dia 28, pelo presidente da entidade Roberto Jachetti, e vice-presidente José Zagonel. O cheque foi recebido pelo presidente da Associação Lajeadense Pró-Segurança Pública (Alsepro), Dani Petry, junto com o coordenador das obras, o voluntário Léo Katz, e o presidente do Conselho de Assistência ao Apenado de Lajeado, Miguel Feldens.

“O Sinduscom-VT entendeu que deveria fazer sua parte, tendo em vista o mérito desta iniciativa e o quanto isto vai beneficiar Lajeado e região”, afirmou o presidente. Jachetti também destacou a importância de mais pessoas, empresas e entidades se envolverem. “Vamos falar deste assunto para o maior número possível de pessoas, para que todos saibam a importância e a necessidade destas obras”.

As construções estão em andamento junto ao Presídio Estadual de Lajeado, no Bairro Florestal. Seu maior diferencial, e que coloca a comunidade de Lajeado em destaque no cenário nacional, é que tudo está sendo feito com doações da comunidade, sem recursos públicos. A previsão é de que o albergue seja concluído até setembro, e o presídio feminino no final do ano. Orçadas em cerca de R$ 3,5 milhões pelo Governo do Estado, a previsão é fazer as edificações com R$ 800 mil. Deste valor, R$ 380 mil já foram arrecadados, sendo R$ 209 mil do Fórum (referente às penas alternativas), R$ 120 mil da Prefeitura de Lajeado, R$ 12 mil do Conselho da Comunidade, R$ 10 mil do Sicredi, R$ 3,3 mil do Rotary Club, R$ 1,9 mil do STR, R$ 14 mil via boletos bancários e mais um valor expressivo da Lojas Benoit.

O projeto do presídio feminino surgiu porque não há vaga em Lajeado para mulheres, a maioria condenada por envolvimento com o tráfico de drogas. E sempre que uma vaga é buscada no sistema penitenciário de outra cidade para uma delas, em troca um presidiário homem é enviado para Lajeado. Na maioria das vezes, a transação provoca a vinda de criminosos condenados por motivos graves e com penas longas para serem cumpridas.

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