Sicredi Integração RS/MG- Assembleia com coordenadores de núcleo aprova contas de 2018

A Sicredi Integração RS/MG encerrou na última sexta-feira (15) o processo assemblear de 2018. O encontro ocorreu após a conclusão do roteiro de 14 eventos nos municípios em fevereiro, os quais registraram a presença de 5,3 mil associados. Reunidos na sede administrativa, os coordenadores de núcleo sancionaram a prestação de contas relativas a 2018 e a distribuição do resultado validando as decisões de seus representados. “Vocês confirmaram o que já tinha sido aprovado na nossa caminhada pelos municípios, na qual a gente pôde demonstrar bons resultados”, destacou o presidente da cooperativa de crédito, poupança e investimento, Adilson Carlos Metz. Ele ainda comentou a importância do envolvimento crescente dos associados e, após um resumo com fotos do público das assembleias, comemorou o aumento de cerca de 20% de participação em relação ao ano anterior.

A cooperativa que atualmente conta com 16 agências em 11 municípios do Vale do Taquari e se prepara para iniciar as atividades em Minas Gerais no próximo dia 5 de abril, fechou 2018 com mais de 52 mil associados.  Administrando cerca de R$ 1,5 bilhão e acumulando um resultado superior a R$ 31 milhões, obteve um incremento de aproximadamente 20% em relação a 2017. A explanação também abrangeu o desempenho por agências e informações relevantes como mais de R$ 1,8 milhão do resultado que já foi creditado aos associados ainda no mês de dezembro de 2017 na forma de juros ao capital. Descontadas as destinações legais, dentre as quais estão 2% do Fundo Filantrópico, será distribuído aos associados o montante de R$ 7.199.083,00 de acordo com a utilização dos produtos e serviços oferecidos pela instituição. O valor será distribuído na conta corrente dos associados em abril.

Geração Z

Encerrada a assembleia, os presentes acompanharam a palestra Vontade de Cooperar, com o doutor em comunicação e consultor de empresas Dado Schneider. Confrontando o comportamento da geração Z com as mais velhas, Schneider evidenciou a nova realidade do mercado, cada vez mais veloz, exigente e complexo. Esses jovens, também chamados de nativos digitais, estão redesenhando o mundo e provocando mudanças na forma de pensar e agir dos indivíduos e das instituições: “Nunca na história da humanidade uma geração mais nova regrou tanto o comportamento das gerações que antecederam a ela”, atestou. A partir dos conceitos de que somos adultos inéditos presenciando essa transição e de que é fundamental conhecer e compreender a nova realidade, Schneider afirmou: “Mudar não é necessariamente gostar. Mudar é entender o que está acontecendo para ver se consegue aceitar”. Ao lembrar que os integrantes da geração Z estão chegando ao mercado de trabalho e que logo ocuparão cargos de liderança, o palestrante apontou: “A gente não se diferencia mais por idade, mas por mentalidade. O problema não é ser velho, é ser resistente”.

Diante desse cenário, Schneider ressaltou a necessidade de reinvenção permanente da cooperativa e da marca Sicredi, as quais devem adotar uma abordagem moderna e considerar o impacto das atitudes e desejos dos jovens nas formas de fazer, comprar e negociar. De acordo com ele, os próximos dez anos serão de grandes transformações e serão indispensáveis ações consistentes no plano pessoal e no âmbito coletivo para garantir a modernização e sobrevivência das organizações: “Ou a gente se prepara para dar um grande salto, ou vamos ficar para trás”, concluiu.

 

Fonte Simone Rockenbach

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