Sicredi Integração RS/MG

Nova agência Lajeado-Centro completa um mês priorizando o relacionamento com os associados

Inaugurada pela Sicredi Integração RS/MG no dia 21 de janeiro, o novo prédio da agência Lajeado-Centro completou um mês de funcionamento colhendo resultados positivos da mudança de estrutura. Além do perceptível aumento na demanda por abertura de contas, o principal beneficiado tem sido o associado, razão de ser da cooperativa e do investimento na nova casa. De acordo com a gerente Liviane Bald, o espaço moderno e amplo oferece mais comodidade, conforto, privacidade e acessibilidade, melhorando também os fluxos internos e a rotina de trabalho. “Aqui o associado pode se sentir em casa. Isso faz com que ele venha com satisfação, sabendo que vai encontrar soluções para as suas necessidades”, afirma.

Para ela, as novas instalações refletem a credibilidade que o Sicredi conquistou na comunidade e reafirmam a preocupação da cooperativa com o bem-estar das pessoas, sustentando o propósito da instituição e assegurando a continuidade do negócio. Ao priorizar o contato com o associado, a cooperativa reitera a valorização do ser-humano como indivíduo: “Não é só a estrutura. A gente procura manter sempre o atendimento e o relacionamento, que é o nosso diferencial”.

Esse posicionamento amplamente defendido pelo Sicredi e observado em todas as agências da regional, é uma das muitas vantagens que o diferenciam das demais instituições bancárias. Enquanto os bancos têm por objetivo o lucro, cuja prioridade são os investidores, e onde o poder e a distribuição dos resultados ocorrem proporcionalmente ao capital dos acionistas, as cooperativas representam uma associação de pessoas que tem como propósito atender às necessidades dos associados. Nesse modelo de cooperação, a propriedade é coletiva; o controle, democrático; e as decisões são compartilhadas, sendo que cada indivíduo tem direito a um voto. Os resultados são distribuídos conforme as operações realizadas e serviços utilizados, e parte desse valor ainda é reinvestido na própria comunidade, contribuindo para o desenvolvimento local. Exemplo disso é o Fundo Filantrópico, através do qual parte do resultado anual é repassado para instituições beneficentes que desenvolvem projetos culturais e sociais.

Liviane reitera que na cooperativa as pessoas não são tratadas apenas como números, mas como alguém que tem suas particularidades e cuja realidade precisa ser considerada e respeitada. “Não é só a conta que o associado movimenta. A gente tenta saber como é a vida dele e o que ele precisa, identificando como a instituição financeira pode lhe ajudar”, explica. Da mesma forma, ela destaca o direito de cada associado de participar das assembleias e das decisões sobre os rumos da instituição, entendendo e praticando a essência do cooperativismo. Segundo a gerente, isso ainda é um desafio nos grandes centros urbanos, mas a presença nas assembleias é essencial para o futuro do negócio: “Esse é o momento de as pessoas conhecerem a cooperativa, saber como ela está sendo conduzida, e ver o que de fato a gente entrega de diferente para o associado e para a comunidade”, esclarece.

A missão do Sicredi também é incorporada pela equipe de colaboradores: “Assim como a gente trata o associado com todo esse respeito, da mesma forma é o retorno dele com a gente. Não é só um relacionamento comercial. É um carinho. Nos sentimos como alguém da família, um amigo”, revela Liviane. Para ela, esse é o espírito da cooperativa: “Estar próximo das pessoas, trabalhar por elas e agregar para a comunidade como um todo”.

 

 

Fonte Simone Rockenbach

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