RGE prevê mais de R$ 1 milhão em investimentos

Iniciativa é uma resposta da empresa a um dossiê entregue pela associação em dezembro do ano passado, durante reunião com empresários e lideranças

Arvorezinha – A mobilização encabeçada pela Associação Comercial, Industrial, Serviços e Agropecuária de Arvorezinha (Acisar/CDL) surtiu efeito. A concessionária Rio Grande Energia (RGE) anunciou, na tarde da última quinta-feira, dia 18, um investimento de R$ 1,25 milhão até o final de junho para a região que abrange os municípios de Anta Gorda, Arvorezinha e Ilópolis. A iniciativa é uma resposta da empresa a um dossiê entregue pela associação em dezembro do ano passado, durante uma reunião com empresários e lideranças regionais que apontaram as necessidades e problemas no abastecimento de energia elétrica.

De acordo com a executiva de contas da RGE, Eliana Bortolon, as reuniões são importantes para que seja possível estreitar os laços entre a empresa, entidades e o Poder Público. “Depois do primeiro encontro, iniciamos uma série de ações pontuais que pudessem sanar os problemas do abastecimento. Somente em março foram 19 obras, e ainda há muitas outras programadas até o final do semestre. Desde então, realizamos podas, instalações de equipamentos reguladores de tensão, melhoria no circuito e atendimento de novos consumidores. Além disso, são feitas inspeções periódicas”, explica.

Atualmente, a RGE participa do leilão sobre a concessão de energia em Putinga, que até então está sob a responsabilidade do Departamento Municipal de Energia Elétrica de Putinga (Demeep). “Se confirmada à aquisição daquela área, os investimentos na região serão ainda maiores”, ressalta. A resposta da concessionária deixou o presidente da Acisar, Mateus Bedin, satisfeito. “Várias melhorias foram feitas após a primeira reunião. A RGE entendeu nossas demandas, se mobilizou e trabalhou. O projeto de expansão e melhoria que nos apresentaram veio ao encontro das necessidades, e isso é muito positivo”, avalia. Segundo ele, o principal problema está na oscilação do abastecimento registrado quando a empresa deixa de utilizar a energia fornecida pela subestação de Soledade e passa a usar a de Guaporé.

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