Renato Scheffler acumula funções de vice e presidente da CIC Teutônia

A CIC Teutônia realizou, na noite da última terça-feira, dia 11, Assembleia Geral Extraordinária. Tendo por local o Auditório 01 da entidade, a ordem do dia focou essencialmente deliberação sobre a vacância do cargo de presidente e análise de proposta apresentada pela Diretoria Executiva, que sugeriu o vice-presidente geral da entidade, Renato Scheffler, para acumular a função de presidente da CIC até o final do atual mandato da diretoria, em março de 2016.

A sugestão foi aprovada por unanimidade pelos associados presentes. Com isso, o cargo de presidente permanece vago, com o vice-presidente Scheffler substituindo o presidente em todos os atos e, excepcionalmente, apto a ser candidato à presidente na próxima eleição da CIC, visto que o estatuto da entidade não prevê reeleição. Com assessoramento jurídico, está prevista alteração de artigos do atual estatuto da CIC na Assembleia Geral Ordinária, em março de 2015.

“Vamos dar continuidade ao trabalho iniciado, orientados pelo Planejamento Estratégico da CIC que norteia as atividades da entidade até 2018. Vamos manter as ações de representatividade em órgãos municipais, regionais e estaduais, como bombeiros voluntários, Consepro, conselhos municipais, Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) e Federasul”, destacou Scheffler durante a assembleia, reafirmando o valor das parcerias e da união de esforços. “Vamos trabalhar para manter a integridade da entidade, atendendo aos anseios dos nossos mais de 480 associados e da comunidade empresarial. A CIC Teutônia é uma entidade jovem, que completa 15 anos em 2014, cujo trabalho surgiu da fusão da ACIAT e da CDL. E é essa união que norteia nossas atividades, representando o comércio, a indústria e os serviços”, concluiu, agradecendo a confiança.

Os associados da CIC também se manifestaram, reafirmando a confiança na entidade e nas pessoas que se propõem voluntariamente a dar continuidade ao trabalho de referência desenvolvido.

Durante a assembleia ainda foi lida a carta de afastamento entregue pelo ex-presidente Waldir Piccinini, assinada em 22 de outubro, na qual ele alega “motivos particulares” para a decisão, reiterando “prazer e dignidade” em ocupar o cargo de presidente e elogiando seus pares de diretoria e a equipe de colaboradores da CIC. “Tenho por certo que a entidade seguirá seu rumo com muita energia e determinação”, conclui Piccinini na carta.

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