Produção avícola motiva reunião entre principais empresas do ramo

Uma reunião na manhã de segunda-feira, dia 17, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Estrela definiu a estratégia para conciliação de um dilema na produção avícola do município. Por um lado, uma instrução normativa do Ministério da Agricultura (IN56 de 2009) e, por outro, a inviabilidade de investimentos no interior.

O Ministério da Agricultura prevê que, onde existir granja de ovos férteis é preciso estabelecer um perímetro de no mínimo 3 mil metros sem aviários de corte. A distância poderá ser reduzida, dependendo de outras variáveis. “Como existem estas granjas em ao menos quatro locais do nosso interior fica praticamente inviável as ampliações ou novas construções no perímetro das mesmas”, lembra o secretário de Agricultura, José Adão Braun.

A reunião, chamada pelo STR, foi motivada pelo desejo de empresários de Porto Alegre em investir R$ 2 milhões na construção de aviários de corte em Novo Paraíso, além de outros investimentos previstos. Os mesmos não estariam conseguindo registro sanitário por estarem dentro da área limítrofe. “É possível fazer o licenciamento se entrarmos em acordo com a empresa responsável pelos ovos férteis. Mas, será preciso fazer alterações de ambas as partes”, destaca o secretário do Meio Ambiente, Hilário Eidelwein.

As questões de sanidade, por exemplo, poderiam ser superadas com a implantação de barreiras vegetais e monitoramento técnico das propriedades. Para tal trabalho Braun já colocou à disposição os profissionais da área como agrônomo, veterinário e biólogo da Prefeitura.

Agora, uma nova reunião na tarde da sexta-feira, dia 21, reunirá as empresas, investidores, STR e Ministério da Agricultura e Secretaria Estadual da Agricultura, além das pastas de Agricultura e Meio Ambiente de Estrela para retomar o assunto.

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