IGL define áreas de atuação para fortalecimento da cadeia produtiva do leite

Em reunião realizada na última quarta-feira, dia 22, na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, a Câmara Técnica do Instituto Gaúcho do Leite (IGL), aprovou as cinco macroáreas e projetos que serão debatidos em assembleia ordinária do instituto para habilitá-las a acessar os recursos do Fundoleite.

Após essa etapa, o assunto deve tramitar pelo conselho do fundo e Governo do Estado. A reunião contou com a presença de 11 das 13 entidades que integram a câmara técnica do IGL. De acordo com o diretor executivo do IGL, Ardêmio Heineck, as macroráreas definidas foram: competividade e ampliação dos mercados consumidores; sanidade; capacitação e qualificação da produção de leite e derivados; melhoramento genético.

Na ocasião, também foram debatidas estratégias, junto ao Governo Federal para fortalecer as exportações gaúchas de leite em pó. A iniciativa visa inibir as crescentes importações de leite em pó da Argentina.

“O objetivo é resguardar a rentabilidade da cadeia produtiva estadual, principalmente o produtor rural e, por consequência de toda a economia gaúcha por ser atividade de importância econômica e social expressiva, só perdendo para o complexo da soja, uma vez que o leite esta presente em 90% dos municípios”, destacou Heineck.

A câmara técnica do IGL, ainda definiu a realização de um encontro das entidades associadas, com o objetivo de formar uma posição quanto ao programa de pagamento de leite por qualidade. Além disso, buscará uma interlocução com o Conseleite/RS, com o intuito de debater preços.

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