Granja exporta suínos para Quiné Equatorial

Os animais de alta genética criados pela granja Balduíno, em Cruzeiro do Sul, despertam interesse de criadores de todo mundo. Recentemente foram embarcados dois exemplares da raça Duroc para a Quiné Equatorial, um país da África Ocidental.

Conforme o proprietário Ilânio Johner, o negócio foi fechado com apoio de uma empresa de Minas Gerais, responsável por resolver os trâmites burocráticos. Foram vendidos dois animais da raça Duroc (macho e fêmea). “A nossa genética e os cuidados sanitários despertam interesse de outros produtores e nos permitem realizar excelentes negócios”.

Esta é a quarta venda de animais para exterior nos últimos seis anos. Nas outras vezes os exemplares foram vendidos para a Argentina e Uruguai. A granja Balduíno tem mais de 45 anos de fundação, sendo referência em genética das raças Duroc, large White, Landrace e MS 115. O plantel é de 500 suínos.

Suinocultura inicia recuperação

Depois de um longo período de margens neutras ou negativas, a suinocultura iniciou recuperação. Os preços aumentam desde maio. Esta semana a cotação chegou a R$ 3,25 o quilo do suíno vivo para o produtor independente e R$ 2,55 para o integrado.

Há uma forte tendência do preço praticado pela indústria na compra de suíno vivo continuar subindo até dezembro em razão de quatro fatores: o aumento das exportações com a reabertura das vendas para Ucrânia e Rússia, a diminuição da oferta em razão de redução da base produtiva verificada no primeiro semestre, o aumento do consumo interno em razão do inverno e o início da produção de itens cárneos típicos do fim de ano.

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