Entidades se unem para reprimir comércio ambulante ilegal em Lajeado

Seis entidades empresariais reuniram-se nesta quarta-feira, dia 16, para buscar soluções que coíbam o comércio ambulante ilegal em Lajeado. O encontro ocorreu na sede da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) e contou com a presença de representantes do Sindilojas Vale do Taquari (comércio), Sindigêneros (fruteiras, supermercados), Sindicabes (cabeleireiros), CDL Lajeado, CIC-VT e Acil, além dos poderes Executivo e Legislativo. “Esta é uma iniciativa conjunta porque é um problema comum a todos”, destacou o presidente do Sindilojas Vale do Taquari, Giraldo Sandri. O grupo debateu ideias e buscou soluções por parte do Poder Público e auxílio das próprias entidades. O encontro serviu para definir alguns encaminhamentos. Os problemas relatados dizem respeito, principalmente, às ruas Julio de Castilhos e avenidas Benjamin Constant e Alberto Pasqualini, mas se estendem a toda cidade com relatos como de manicures atuando ilegalmente nas residências (sem seguir as normas sanitárias) e veículos vendendo alimentos variados em pontos distintos da cidade, como frutas e bebidas.

Em nome da Administração Municipal, a secretária de Planejamento, Marta Peixoto, comprometeu-se a debater novas ações com as demais secretarias envolvidas, como da Saúde, Indústria e Comércio e Fazenda. Ela expôs que o trabalho de fiscalização aumentou nos últimos dois meses e resultou em apreensão das mercadorias. A secretária afirmou que, como já estava previsto, isso será intensificado neste fim de ano, com ações diárias dos fiscais.

Outra iniciativa será o contato com o Ministério do Trabalho, no sentido de que fiscalize as condições de trabalho destas pessoas que vendem. Ainda, a partir do presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Ranzi, será formado um grupo de trabalho para revisar a legislação e torná-la mais rígida para quem a transgride. O Daer também será procurado para atuar na retirada daqueles que vendem irregularmente nas margens da rodovia estadual.

Um dos objetivos também é conscientizar a população sobre os prejuízos de comprar mercadorias do comércio ambulante ilegal, considerando fatores como não geração de impostos e riscos à saúde. Para isso, uma campanha deve ser veiculada na imprensa regional.

você pode gostar também Mais do autor

Comentários

Carregando...