Empresários de Estrela contam o segredo para serem exemplos de sucesso

Na 1º Semana do Empreendedorismo de Estrela, a noite da última quarta-feira, dia 5, foi marcada pela trajetória de três homens que tem suas empresas em Estrela e contaram à comunidade como conseguiram impulsioná-las.

O bate-papo ocorreu na Câmara de Vereadores, levando jovens e autoridades ao encontro. Os painelistas, que relataram muito suor e luta para chegar ao patamar que estão hoje, destacaram que o diferencial dos produtos é a alma da venda. Mas é a agregação de fatores que os leva a atingir um quadro de distinção.

Rola Moça embarcará no e-commerce

O dono da Rola Moça, Alexandre Dullius, tem traçado uma trajetória de sucesso que evidencia a empresa de moda esportiva como uma das melhores em seu ramo no cenário nacional. Há 18 anos no mercado, a Rola Moça possui mais de dois mil clientes e exporta para 24 países. “Procuramos ser o melhor dentro do nosso setor, este é o nosso desafio”. Segundo Dullius, o segredo é trabalhar com qualidade, investir em tecnologia, uma boa base de pesquisa e parceria com os lojistas.

A Rola Moça é uma empresa de fitness que foi se aperfeiçoado e crescendo para se tornar uma marca de moda esportiva. Há projetos para a virada do ano. “Vamos lançar o e-commerce tanto para lojistas quando para o consumidor final, com mais de 20 mil itens”, anuncia Dullius. A marca está rolando pelo mundo.

Cerveja Coruja e o espírito da época

Há dez anos no mercado, a Cerveja Coruja tem cativado uma clientela fiel. O dono da fábrica Micael Eckert informa que o produto está em toda a região Sul, Sudeste, entrou em Brasília e Minas Gerais e chegará ao Espírito Santo. A internet foi importante ferramenta para a expansão da marca. “Temos lojas virtuais que levam a cerveja a outros locais do país, como Fortaleza.” Segundo Eckert, em apenas uma década a difusão da cerveja artesanal foi por estes fatores e também pelo “espírito da época”, que faz parte de uma cultura que engaja-se no resgate da cerveja de qualidade. “Existe um sentimento das pessoas de que o país já teve boas cervejas, as pessoas estão ávidas pelo renascimento delas.”

O doce gosto da Sirlei Chocolates

A trajetória da Sirlei Chocolates começa na cozinha de casa, com Arlete Sirlei fazendo apenas um quilo de chocolate. Hoje, em tempo de Páscoa, são produzidos pelo menos 15 toneladas do produto. Um passo e tanto para uma empresa familiar. O relato de Harri Antônio Schneider enobrece a esposa, que junto com ele é a timoneira de um empreendimento de sucesso estabelecido no Roteiro Turístico Delícias da Colônia. Conforme Schneider, além do chocolate, o biscoito de mel especial está fazendo uma diferença muito grande na impulsão do negócio. A distinção de tanto sucesso é o sabor, a embalagem e o atendimento. A Sirlei distribui para o oeste catarinense, possui clientes esporádicos no Rio de Janeiro e Minas Gerais e em breve estará entrando em São Paulo. Uma doce vitória da família Schneider.

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