Daer analisa estudo sobre duplicação da 453

O estudo prévio que aborda a construção de uma nova pista entre Venâncio Aires até Muçum, passando pelas rodovias RSC-453, ERS-130 e 129, foi concluído. Custeado pelos municípios lindeiros das estradas, teve um investimento de R$ 150 mil.

A empresa responsável pelo levantamento foi a STE Engenharia, de Canoas. Foram avaliados aspectos relativos ao fluxo de veículos, tipo de vegetação encontrada, importância econômica das regiões e cidades, além da viabilidade técnica para execução da obra.

O levantamento começou a ser elaborado em setembro de 2013, mas o movimento entre instituições de classe e gestores públicos se formou no começo de 2011. A solicitação regional integra um trecho de 70,3 quilômetros. Após reuniões, os municípios e entidades empresariais concluíram trabalhar o trecho Venâncio/Muçum pela diversidade econômica, crescimento projetado no trajeto e entroncamento com outras rodovias. Sucederam-se audiências junto ao governo do estado, sendo sugerido que os municípios custeassem os estudos exigidos por legislação para agilizar o processo.

Líderes da região dos Vales querem que o Daer inclua a duplicação entre as obras prioritárias do departamento. Após análise da instituição, deve ser iniciada a elaboração do projeto executivo. Estima-se que a melhoria custe mais de R$ 5 milhões.

Nessa semana, integrantes da Câmara de Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT), Ito Lanius e Ardêmio Heineck, se reuniram com o prefeito de Venâncio Aires, Airton Artus, para tratar do convênio dos Executivos e CIC-VT, referente ao pagamento da segunda parcela.

O município do Vale do Rio Pardo acertou 50% dos R$ 24 mil estabelecidos. Outras seis cidades também formaram o consórcio (Lajeado, Encantado, Muçum, Cruzeiro do Sul, Mato Leitão e Arroio do Meio).

Prioridades do Vale

Além da duplicação das rodovias, o Conselho Regional das Rodovias Pedagiadas (Corepe) da região apresenta como necessidades o recapeamento asfáltico das estradas estaduais e os acessos às cidades de Sério e Coqueiro Baixo.

Os apontamentos foram levados à Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) no ano passado. A EGR atribui ao conselho a cobrança por melhorias, o auxílio para estabelecer prioridades e o valor de cobrança.

No Estado, 18,5% da malha rodoviária é pedagiada. Em todo o Brasil, o número é de 5,6%. Frente a arrecadação das praças, levantamentos mostram que a contrapartida das concessionárias privadas em obras de infraestrutura não chegaram a 20%.

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