Aprendizes cooperativos conhecem geração de energia da Certel

Adolescentes que frequentam o programa Aprendiz Cooperativo no Colégio Teutônia, e que, no dia 15 de abril, terão a oportunidade de iniciar seus estágios na Certel e na Certel Energia, visitaram, na tarde de quinta-feira, dia 3, as instalações da Hidrelétrica Boa Vista, em Linha Geraldo, Estrela. Acompanhados da professora de formação humana e energias renováveis do Colégio Teutônia, Tatiana Palm, o grupo foi recepcionado pelo operador da usina, Arnélio Allebrandt, e pelos colaboradores do Departamento de Relações Institucionais, Harry Edemar Lied e Samuel Dickel Bünecker, que explicaram o funcionamento da hidrelétrica e detalharam a importância socioeconômica da Certel e da Certel Energia para o desenvolvimento regional.

Segundo Natália Tess Mecht, 16 anos, do 2º ano do ensino médio, a visita foi válida por possibilitar o conhecimento prático do que, até então, somente se aprendia pela teoria da sala de aula. “Foi o momento de vermos de perto o que estudamos. A energia que a cooperativa gera é muito importante, pois tudo depende dela. Com o programa Aprendiz Cooperativo, teremos a oportunidade de entender melhor o tão relevante trabalho do cooperativismo e, o mais importante, contribuir com ele”, avaliou.

Artur Siqueira, 15 anos, do 1º ano, disse que a visita agregou informações ao que já era de seu conhecimento, visto que conhece outros geradores de energia, como o Parque Eólico de Osório. “Foi muito agradável ver como ocorre a geração da energia que usamos em casa. Ficou evidente na visita que as cooperativas tentam auxiliar na evolução da comunidade local e regional. Acredito que o Aprendiz Cooperativo abrirá várias portas, seja na área elétrica, para a qual tenho interesse, ou em outros setores”, afirmou.

Realidade

“Visitas como essa permitem aos alunos ver como é a realidade não só no aspecto da geração de energia, mas com relação ao cooperativismo e ao trabalho em equipe”, enfatiza a professora Tatiana. Na visão da educadora, o programa é importante por facilitar o primeiro contato dos jovens com o mercado de trabalho e, principalmente, em empresas cooperativas que acreditam e investem significativamente em causas sociais e ambientais. “Eles têm a oportunidade que muitos de nós não tivemos. Poderiam estar na rua ou realizando outras coisas, mas optam por qualificarem-se para o futuro”, elogia a professora.

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